Turbografx-16
+ Wii & Wii U.

Battle Lode Runner
F I C H A T É C N I C A
Developer Mutech
Publishers Hudson (Tfgfx & Wii), Konami e Kaasa Solution (Wii U)
Estilo Puzzle / Ação
Datas de Lançamento
Tgfx
10/02/93 (JP)
Wii
23/04/07 (EUA), 27/04/07 (EUR), 29/05/07 (JP), 27/07/07 (OCE)
Wii U
21/12/16 (JP), 30/11/17 (EUA), 14/12/07 (EUR)
NOTA
7.2
Este jogo é pra…
( ) passar longe (X) dar uma jogadinha de leve (X) dar uma boa jogada ( ) jogar freneticamente (X) chamar a rua toda pra jogar ( ) um tipo específico de jogador. Qual? ______ ( ) incógnita
Referência implícita ao épico da sétima arte Blade Runner? Não. Na verdade, Battle Lode Runner está muito mais para Bomberman! Este foi um game vedado aos norte-americanos por 14 anos, quando finalmente ganhou versão localizada para o inglês, através do Virtual Console de Wii (2007), pela bagatela de 6 dólares. Embora um alento para quem quer ver mais produtos antes exclusivamente nipônicos transpondo novas fronteiras, não é considerado um clássico. BLR é, aliás, um jogo bem simplista e de curta sobrevida.

Atua-se em minas, níveis 2D cheios de andares conectados por escadas de mão. Além da locomoção com o direcional, os comandos nada exigentes só usam mais 2 botões, ambos para a mesma função, a de cavar buracos. É como um Bomberman em que a habilidade do protagonista é dar uma de toupeira ao invés de lançar bombas. Até nos power-ups o game parece se inspirar no mega-sucesso multiplayer da mesma Hudson: capacidade de cavar mais buracos simultâneos (em Bomberman, o multiplier é de até 4 bombas), super-velocidade ou então um efeito colateral aleatório, que pode agir para o bem ou para o mal. Mas cavar para quê? O objetivo é entrincheirar inimigos que trafegam pelo labirinto, ficando livre para apanhar o ouro espalhado pelas cercanias. Assim que todas as pepitas de ouro de cada tela forem obtidas, move-se para a próxima mina. São mais de 100 fases nesse estilo. A diferença em relação ao puzzle-oriented do mascote máximo da Hudson é que cavar e subir e descer escadas se torna repetitivo rapidamente, o que não acontecia na iteração em que o jogador vicia em espalhar bombas pelo terreno.

Para tentar retirar o explorador do marasmo, há até um modo edição dos próprios cenários. Mas ainda mais efusiva é a ação entre 4 jogadores – sim, não esqueceram do multiplayer! –, seja na disputa survival (o último sobrevivente vence), por pontos (hi-score) ou em duplas (tag teams). Só mesmo com 3 ou 4 essa modalidade se torna realmente divertida e resiste à ação do tempo, no entanto. Com dois jogadores apenas, parece que fica faltando algo e a arena passa uma sensação de “esvaziamento de emoções”.

Rafael de Araújo Aguiar é sociólogo e um tanto apaixonado pela forma velha de se programar jogos…
Lista de agradecimentos
Frank Provo do gamespot
Simon Parkin do eurogamer.net
mobygames.com
versão 2 – 2013; 2025.
® 2002-2025 0ldbutg8ld / RAFAZARDLY!
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