pílulas de reviews rafazardly #39
o que é uma pílula? vários micro-reviews tematicamente relacionados numa só página ou um review único de menos de 800 palavras!
obs: nós não seguimos o acordo ortográfico lusitano de 2009!
Por Rafael “Cila” Aguiar
Nintendo Entertainment System
+ outros 23 sistemas.

Bubble Bobble
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) Taito |
| Publisher(s) Taito, Mattel (OCE) |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 11/88 (EUA), 26/10/90 (EUR/OCE) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| Bubble Bobble Pocket Player NES Classic Edition |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
7.8
| ESTE JOGO É PRA… | |
| ( ) passar longe | ( ) dar uma jogadinha de leve |
| (X) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| (X) chamar a rua toda pra jogar | ( ) uma incógnita |
| ( ) tipos específicos de jogador. Quais? | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 13h. |
Bubble Bobble da Taito é um dos games mais viciantes do Nintendo Entertainment System, se é que não de todos os sistemas em todos os tempos. Seu principal objetivo será viajar por cavernas cheias de monstros (divididas em cômodos, comodamente -tun-dun!- do mesmo tamanho da tela) com o objetivo de matar todos assumindo o controle seja de Bub, o player 1, ou Bob, o player 2, dois dinossauros-dragões fofinhos cujo talento especial é cuspir bolhas. O método de ataque é primeiro disparar uma bolha, trancafiando os inimigos ao mero contato, e depois, sim, tocando nos monstros, isto é, nas bolhas, o que derrota as ditas nêmeses. O resto vem apenas para temperar essa fórmula de jogo tão simples e tão aditiva.

Bubble Bobble pode levar cerca de 1h30 a 2h para ser completado, pois possui muitos níveis. O conceito bem original e ao mesmo tempo intuitivo permanece até o final; o que muda é a dificuldade, principalmente graças a cenários mais complicados e monstros mais fortes. Existem continues infinitos e um sistema de passwords, garantindo que este game de 1988 sem bateria interna no cartucho possa ser debulhado em sessões picotadas pelos gamers. Como o ritmo da ação é frenético e cada estágio dura segundos, indo até as centenas em número, pode ser que você nem se dê conta de quanto tempo passou jogando!

Os gráficos são bastante coloridos e minimalistas. O que pode dificultar a compreensão é a velocidade em que tudo se locomove, mas os olhos rapidamente se acostumam. Os fundos são pretos, como soía acontecer com jogos dessa época. A vantagem disso é que não há a menor notícia de slowdowns interferindo na gameplay. Idem, a mesma faixa “saturará” a jogatina do início ao fim, servindo para demonstrar como BB é bastante simples – isso não chega a ser um martírio nem uma desvantagem, já que a música é incrivelmente relaxante, por isso o “saturará” está entre aspas.

Os comandos não podiam ser mais básicos: direcional + A (pulo) + B (disparo de bolha). A gravidade é como que lunar e seu dragãozinho poderá permanecer alguns segundos no ar, sendo possível controlar livremente o local do pouso. O item sapatos velozes pode deixar seu personagem ainda mais deslizante, então tome cuidado! Nos níveis mais avançados será necessário escalar plataformas através das próprias bolhas. Técnicas como essa podem ser mestradas em 5 minutos, em simbiose com a gameplay que vai a cada passo exigindo um pouco mais de criatividade e reflexo por parte do desafiante.

Entre os power-ups que diversificam as sessões de jogo encontram-se poderes temáticos: o trovão, a água, o foguinho, etc. Guarda-chuvas são o mesmo que a flauta de Super Mario Bros. 3 (embora Bubble Bobble seja mais comparável ao Mario Bros. seminal): possibilitam pular alguns níveis.

A diversão, no entanto, só atinge o espaço sideral mesmo quando se joga em simultâneo com outra pessoa. Tudo dobra, o ritmo, as mortes, as gargalhadas; e nesse contexto em que o dobro de caos é muito melhor devemos abraçar o multiplayer sem restrições! Mesmo que não seja uma competição, mas um cooperativo, sua tarde de lazer estará garantida.

Por alguma razão, embora a dificuldade no geral vá se intensificando, alguns níveis podem estar fora da escala: de repente o jogador ficará estagnado num nível muito difícil, e os seguintes passarão como uma brisa; esse fenômeno é muito notado pelos fãs de BB, que sempre reclamam da fase nº 57! Um dos principais problemas dos estágios mais avançados é que algumas espécies de monstros saem muito rápido das bolhas, mal dando tempo ao jogador de se aproximar para a captura. Se passar muito tempo na mesma fase, um fantasma invencível brotará e perseguirá sem trégua o(s) jogador(es), significando morte instantânea. Felizmente os game overs não são muito punitivos, sendo sempre possível reiniciar da mesma fase em que se morreu.

Um jogo tão “besta” ainda contém, o que prova o esmero dos desenvolvedores, níveis secretos e um final escondido, para quem souber procurar de verdade. Bubble Bobble, como demonstraremos adiante, deu origem a uma caterva de continuações e spin-offs, uns melhores, outros piores. Não dispondo de hardwares avançados, todavia, só há uma certeza: essa versão de NES pode suprir a necessidade de 2 gamers sedentos por diversão rápida e louca.
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Nintendo Entertainment System
+ Game Boy

Bubble Bobble Part 2
Bubble Bobble 2 (Japão)
Bubble Bobble Jr. (Japão, Game Boy)
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) ITL |
| Publisher(s) Taito |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 05/03/93 (JP), 08/93 (EUA) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| Bubble Bobble Pocket Player |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
7.2
| ESTE JOGO É PRA… | |
| ( ) passar longe | (X) dar uma jogadinha de leve |
| (X) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| (X) chamar a rua toda pra jogar | ( ) uma incógnita |
| ( ) tipos específicos de jogador. Quais? | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 9h. |

Subsecutivo cronologicamente ao clássico Bubble Bobble e ao menos celebrado Rainbow Island (veja abaixo), Bubble Bobble Part 2 pode ser considerada a legítima evolução da mecânica de jogo do original. Na verdade há ainda um quarto jogo desta franquia que precisamos citar, e que foi o terceiro da ordem cronológica, ainda menos conhecido que RI: Parasol Stars; mas nenhuma das continuações foi tão fiel ao – ao mesmo tempo expandindo o legado do – BB seminal quanto sua bem-denominada (ou mal-denominada, haja vista os intrusos?) Bubble Bobble Parte 2. (Fato é que as publishers não aprendem: no PlayStation/Saturn existe um Bubble Bobble II, [!!!] que está mais para quinto ou sexto, se formos analisar com critério…) Com um enredo ainda mais simples que a jogatina, uma nova introdução, mais cores, inimigos maiores na tela e chefes maiores ainda, BBP2 é apenas a potencialização de tudo que já dava certo no primeiro game. Como nem tudo é perfeito, reclama-se de certo slowdown em algumas telas muito abarrotadas de bolhas.
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Nintendo Entertainment System
+ outros 11 sistemas.


Rainbow Islands
Rainbow Islands: Bubble Bobble 2 (Europa)
Rainbow Islands: The Story of Bubble Bobble 2 (Japão)
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) Disco, Ocean (EUR) |
| Publisher(s) Taito, Ocean (EUR) |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 26/07/88 (JP), 06/91 (EUA/EUR) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| N.A. |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
7
| ESTE JOGO É PRA… | |
| ( ) passar longe | (X) dar uma jogadinha de leve |
| ( ) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| ( ) chamar a rua toda pra jogar | ( ) uma incógnita |
| ( ) tipos específicos de jogador. Quais? | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 11h. |
Um tempo atrás eu tive a melhor idéia jamais concebida. Em vez de um side-scroller, e se eu fizesse um vertical-scroller platform? Se pular de beirada em beirada é o que melhor define os exitosos clones de Mario na praça, que tal se nascesse um jogo em que se pula o tempo inteiro? Em que o objetivo fosse escalar uma torre, constantemente visando ao topo, sem olhar pra baixo? Brilhante… Escalada sempiterna. Muito superior em conceito ao próprio Mario ou a um Sonic, ouso dizer! Mas o pior de tudo é que eu tive essa idéia tarde demais: Rainbow Islands (que para confundir ainda mais os leitores fora dos Estados Unidos foi sufixado pela Ocean ou pela própria Taito como Bubble Bobble 2, e como vimos acima isso ele não é!) já havia sido produzido, afinal…

Lembra os dragões fofinhos de BB1 e BBP2? Então esqueça-os! Dessa vez você controla o xará Bub, um menino humano que tem o poder de disparar… arco-íris, no plural! Não só, mas Bub pode caminhar sobre o próprio arco-íris, e até atingir monstros na cabeça, uma vez que ao usar seus lindos arco-íris de ponte a estrutura (?!) cai e machuca os malvados… É uma ferramenta pacífica ao mesmo tempo que uma arma letal, para além da vantagem estética incrível e inerente de produzir arco-íris, que eu nem preciso mencionar. Nem precisava, aliás, mas incluíram uma porrada de itens no pacote da gameplay: alguns só dão mais pontos, outros aceleram o ritmo da jogabilidade, destroem todos os inimigos da tela, aumentam sua capacidade de disparo de arco-íris consecutivos, etc.! Bub O Menino é imparável.

Dessa vez os níveis são mais longos, e portanto há menos deles no cartucho, 28, divididos em 7 ilhas. A duração é mais ou menos a mesma de Super Mario Bros. 1. Para chegar ao final secreto, não obstante, o jogador não só precisa se preocupar em escalar como em apanhar os diamantes de sete diferentes cores por ilha ou mundo. Uma coisa muito ruim, no entanto: não há suporte para 2 jogadores!
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Nintendo Entertainment System
+ outros 9 sistemas.

Parasol Stars:
Rainbow Islands II
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) Ocean |
| Publisher(s) Ocean |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 1991 (EUR) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| N.A. |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
6.8
| ESTE JOGO É PRA… | |
| ( ) passar longe | (X) dar uma jogadinha de leve |
| ( ) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| ( ) chamar a rua toda pra jogar | ( ) uma incógnita |
| ( ) tipos específicos de jogador. Quais? | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 16h. |
Parasol Stars está num meio-termo entre Bubble Bobble e Rainbow Islands, seus irmãos mais velhos, mas de forma desigual, pendendo mais para aquele que para este. Seu foco estará no uso de sombrinhas ou guarda-sóis para atirar diretamente nos adversários ou provocar a queda de gotas mortíferas nos mesmos. As fases não são mais o paraíso dos vertical fanatics como em RI, e o design dos monstros remete muito mais a BB (então POR QUE escolheram o subtítulo Rainbow Islands, caramba?). A gameplay, por outro lado, foca, aparentemente, mais em crianças de mais tenra idade, sendo o jogo mais fácil da franquia até então. Este título ficou confinado aos europeus na época do Nintendinho.

Parasol Stars é como se fosse mais do mesmo porém não sendo sempre o mesmo, fenômeno correlato a jogar Super Mario Bros. 2 após o clássico original, e depois encarar ainda o terceiro episódio: o primeiro é estrondoso; o 2º é bom, mas numa pegada totalmente outra; já SMB3 é mais parecido com o clássico do que o 2º. É essa basicamente a comparação que se faz: PS é mais parecido com o Bubble Bobble clássico! Esse será o último Bubble Bobble indiscutivelmente bom dessa lista.
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WonderSwan

Rainbow Islands:
Putty’s Party
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) DigitalWare |
| Publisher(s) MegaHouse |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 29/06/00 (JP) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| N.A. |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
6.7
| ESTE JOGO É PRA… | |
| (X) passar longe | (X) dar uma jogadinha de leve |
| (X) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| ( ) chamar a rua toda pra jogar | (X) uma incógnita |
| ( ) tipos específicos de jogador. Quais? | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 34h. |
Ironia do destino um jogo chamado Rainbow Islands grassar as telas monocromáticas do WonderSwan, o primeiro handheld, antes do seu irmão Color. Os gradientes de cinza, pelo menos, não deixam o jogador na mão e são o suficiente para se diferenciar todos os objetos da tela. Obviamente, devido ao tamanho minúsculo do écran, as fases são muito maiores do que a câmera pode mostrar de uma vez, forçando o jogador a se adaptar a uma jogabilidade que não existia nos tempos do NES. O pior são as lentidões provocadas, provavelmente, pelo uso de parallax scrolling. Este RI tem power-ups inexistentes no original, o mais útil dele consistindo nas angel wings, que permitem pulos infinitos, o que diminui a necessidade de empregar os próprios arco-íris como plataformas.

Uma curiosidade interessante: RIPP tinha conteúdos baixáveis do extinto serviço de internet WonderGate, incluindo alguns power-ups inéditos e novas telas-título. Uma espécie de ancestral dos sistemas de DLC contemporâneos.
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Nintendo DS


Bubble Bobble Revolution
Bubble Bobble DS (Japão)
| F I C H A T É C N I C A |
| Developer(s) Taito |
| Publisher(s) Taito (JP), Rising Star (EUR), Codemasters (EUA) |
| Estilo(s) Ação > Plataforma 2D |
| DATA(S) E REGIÃO(ÕES) DE LANÇAMENTO |
| 24/11/05 (JP), 02/12/05 (EUR), 03/10/06 (EUA), 23/02/07 (EUA, Fixed version) |
Também incluso na(s) compilação(ões):
| N.A. |
| NOTA(S) |
(Cada escore é uma média dos principais portais de games na web e revistas antigas quando for o caso, e também engloba a opinião dos gamers visitantes, além da crítica especializada; não necessariamente reflete meu ponto de vista sobre o jogo.)
5.4
| ESTE JOGO É PRA… | |
| (X) passar longe | (X) dar uma jogadinha de leve |
| ( ) dar uma boa jogada | ( ) jogar freneticamente |
| (X) chamar a rua toda pra jogar | (X) uma incógnita |
| (X) tipos específicos de jogador. Quais? Amantes do Bubble Bobble original. | |
| FAIXA DE VIDA ÚTIL ESTIMADA | Cerca de 15h. |
Com o sucesso de uma franquia, inevitavelmente, decorrendo o tempo, vem a necessidade de capitalizar sem qualidade, se não se toma muito cuidado. Houve aqui um sublicenciamento, pela Taito, para a Codemasters e a Rising Star, da marca Bubble Bobble nessa tardia geração de handhelds, a fim de que cuidassem da localização do BB de DS para as regiões européia e americana; infelizmente, não se trata, por ironia, de nenhuma revolução – o que se viu foi uma trapalhada daquelas, sobretudo na nossa região!
Os gráficos são feios, o level design parece sem vida e a gameplay é terrível, tornando este um excelente candidato para inaugurar a sessão EPIC MERDA DS. O mais grave é que dois terços do game estão trancados devido a um bug da versão americana (vide mais abaixo).
Não contentes em arruinar os elementos do BB antigo os desenvolvedores incluíram novos dispositivos na mecânica, todos duvidosos. Segurando B, Bub ou Bob pode carregar uma bolha bem maior para capturar múltiplos inimigos de uma só vez e, em tese, para ricochetear mais e dar pulos mais elevados ou pegar carona para ataques aéreos. Todavia, a gameplay não casa em nada com bolhas mais largas: sua velocidade segue a mesma das bolhas pequenas e elas flutuam muito rapidamente; é impossível pular em cima dela se não houver paredes para usar em seu auxílio.
A caixa do jogo já antecipa o péssimo character design. Os dinossauros estão maiores e mais ridículos, sem qualquer traço de personalidade ou carisma. Os backgrounds parecem querer afirmar que o jogo seria para Game Boy Color e não Nintendo DS!

A versão emulada do original de NES, contida na mídia, é a melhor parte do produto, e isso é triste! Confinando a ação a uma única tela e permitindo, ainda, zoom por parte do controlador com a tecla R, finalmente o ritmo da jogatina pode seguir ininterrupto e fluido.
Além do multiplayer para 2 do clássico, Revolution em si oferece um multiplayer para até 4 pessoas; o problema é que exige que todos tenham uma cópia. Se não recomendamos que uma pessoa sequer compre o jogo, quem dirá 4 que se conheçam! Como citado acima, grotesco mesmo é que no 30º estágio o boss que deveria aparecer não consegue ser convocado, e você fica travado. A Codemasters reconheceu o bug e avisou que faria um recall dos jogos vendidos imediatamente, mas acabou liberando a versão corrigida com atraso de 4 meses, para completar a barbeiragem.
Se vir esse jogo em alguma prateleira um dia, ou seu irmão igualmente ruim Rainbow Islands Revolution (que pelo menos é funcional e pode ser zerado!), corra como Bub e Bob correm do fantasminha no original!
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Lista de agradecimentos pela cessão de imagens e informações:
GAMEFAQs:
RJHarrison
chef123
Helloween
Mariner
unodos12345
Protoman1997
wannabepunktony
jyynx
Bass_x0
Anonymous
th3l3fty
Camden
KFHEWUI
jimfish
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